CONTOS GAYS – Iniciação e orgia na Educação Física

 

 

Eu tinha cerca de quinze anos, acabara de ingressar no ensino médio e era um carinha muito tranquilo, sociável e popular na minha escola. Ninguém me incomodava! Meu único problema era o esporte: eu sempre fui muito mal nos esportes de quadra; vôlei, basquete, handebol, nenhum deles eu jogava realmente bem.

Meu professor era ainda muito jovem; com cerca de 23 anos, havia completado a curso de Educação Física há muito pouco tempo.

Ele era muito legal, descontraído e informal no trato com os alunos: nada daquela diferença que os professores sempre mantinham entre eles e a gente. Mas, em compensação, ele criava um clima de cumplicidade que não raramente terminava em bagunça.

No meu caso em particular, ele sempre tirava um pouco de sarro da minha incapacidade para os esportes, fazendo insinuações que eu não conseguia compreender, mas que causavam risos entre alguns garotos maiores, que eram especialmente próximos a ele.

Houve um dia em especial em que a aula estava a maior bagunça possível. Como sempre, eu me esforçava sem muito sucesso em jogar o melhor que podia. Mas era handebol e eu era especialmente ruim neste esporte. Eu via que alguns garotos nem sequer participavam da aula: num grupinho na pequena arquibancada da quadra, o “Rica” havia arriado a calça de moletom do “Nando” e este havia corrido atrás dele de bunda de fora quase por meia quadra! Todos riram com aquilo, inclusive o Professor, que observou que era bem gostosinha a bunda o “Nando”, provocando gargalhadas ainda maiores entre nós todos…

Logo depois, ele voltou-se para mim e soltou esta direto:
– Por falar nisso, quem é que vai ensinar o “Nil” a jogar de direito, afinal de contas!

Todos entenderam, inclusive eu, o motivo do “por falar nisso”! A questão é que, apesar de ser do tipo magro, eu tinha a bunda bem empinadinha e – modéstia a parte – bem atraente, tanto que muitos rapazes me “passavam a mão” de vez em quando. Eu até já havia me acostumado com aquilo e nem ligava mais, a não ser – é claro – quando o cara se excedia e começava e me fazer passar vergonha.

O chato, porém, é que até o fim da aula ficou um clima super chato para mim, com quase todos os outros rapazes fazendo insinuações a meu respeito, gestos furtivos, risinhos sarcásticos e outras coisas assim. Tanto que eu fiquei ainda mais confuso de que costume e joguei ainda pior do que era o habitual.

Terminada a aula, muito desenxabido, eu fui logo em direção ao banheiro, para me trocar r voltar para casa, pois, apenas três horas mais tarde já seria hora de retornar a escola, para as aulas “normais”.

Eu já estava sem camisa, meio inclinado, com meu calção na altura dos joelhos, quando eu ouvi alguma coisa e, de repente, senti aquela “encostada” na minha bunda…

Era o Denis, aluno do 2º colegial, de 18 anos, um garoto de cor moreno clara, olhos e cabelos castanhos, mais alto e forte do que eu, corpo tão lindo quanto o seu rosto…

Nós não éramos precisamente amigos, mas já havíamos trocado algumas palavras e estabelecido uma relação de simpatia mútua, principalmente nas aulas de Educação Física. Só me incomodava um pouco a maneira um pouco insinuante como ele falava comigo de vez em quando, como se nós fôssemos cúmplices em alguma coisa, o que nem de longe era o caso. Mas eu confesso que, junto ao desconcerto que sentia nestas ocasiões, eu pagava o maior pau pelo Denis. Era uma admiração tão pronunciada que beirava o tesão – e eu tinha plena consciência disso…

Agora que ele me “encoxava” no banheiro – tão seguro de si mesmo que chegou a colocar as duas mãos na minha cintura para me puxar ainda mais junto a si – eu nem mesmo consegui esboçar uma reação mais “enérgica”, digamos assim…Dei a maior bandeira, isso sim, simplesmente me erguendo e perguntando, um pouco assustado, porque ele fazia aquilo.

O Denis nem se dignou a responder: simplesmente me puxou junto a si, agarrando minha bunda com suas duas mãos e fazendo com que o seu pau duro tocasse o meu e ficasse ali roçando, enquanto seu rosto, com uma expressão super tesuda, quase grudava ao meu, os olhos fixos em mim e a respiração pesada, refletindo o tesão que ele estava sentindo.

— Eu sou louco por você cara — disse ele com uma voz rouca que era a coisa mais tesuda que eu já havia ouvido até então — Não quer que eu te ensine a jogar cara, não quer, depois você me deixa eu te foder gostoso, ussssssss, bem gostosinho cara usssssss…

Bem, vocês imaginam o que eu estava sentindo àquela hora. Enquanto o seu pau continuava o seu passeio sobre o meu, enquanto suas mãos apertavam cada vez mais forte minha bunda, eu já percorria os seus braços, peito e costas com as minhas mãos, gemendo cada vez mais alto.

— Ai, Denis, como você é bonito, cara! Como você é tesudo! — eu dizia quase suspirando…

Já completamente tomado pelo tesão, eu não resisti sequer um segundo quando o Denis começou a baixar minha cueca e enfiar a mão na minha bunda nua. Eu só gozava o prazer de sentir sua mão agarrar minha nádegas por inteiro e depois o dedinho que, se enfiando no rego, tentava penetrar o meu cu…

Seu pau agora estava tão duro, era tão gostoso senti-lo junto ao meu corpo que não resisti mais a tentação: comecei a baixar o seu short, lentamente, até ver o pauzão surgir bem duro na minha frente e se colar às minhas coxas. Foi demais: eu me abaixei como se estivesse caído!

Primeiro, eu senti, por alguns segundos aquela trolha enorme roçar a minha cara; uma delícia! Depois, com a mão direita do Denis já agarrada firmemente a minha nuca, eu comecei a brincar de tentar prende-la com meus lábios. Enfim, quando a cabeça daquela pica se encaixou direitinho em meus lábios ainda fechados, o Denis a empurrou firmemente para dentro e ela deslizou até a garganta!

Eu nunca havia chupado uma pica antes; mas para isso não há necessidade de aula ou exemplo, se aprende na hora facilmente…Em poucos minutos o Denis já estava gemendo, com as duas mãos agarradas a minha nunca e aquele entra e sai interminável em minha boca.

Às vezes, eu perdia o fôlego, tirava aquele tronco da boca e começava a mordisca-lo e lambe-lo todinho, dando leves lambidinhas na cabeça ou passando levemente os meus lábios por ela. Era incrível, com a cabeça voltada para o teto, os olhos fechados de tanto êxtase, o Denis gemia sem parar. E eu não ficava atrás, gemendo e suspirando de puro tesão…

Completamente alucinado ele dizia que eu era a puta da sua vida e esfregava o meu rosto contra o seu pau quase sem parar! Colocando então uma das pernas sobre o banco de cimento que havia no banheiro e que servia de vestiário, ele deu de costas para mim e me pediu que eu chupasse o seu cu.

Eu também nunca havia chupado um cuzinho antes. Mas com aquela bundona em minha cara, como resistir? Logo eu estava esticando minha língua e dando pequenas lambidelas no seu rego, que o fazia tremer todo, até que, enfim, sentindo o quanto era gostoso aquilo, eu enfiei minha língua com vontade no seu cu e fiquei ali durante um tempão, lambendo sem parar.

O Denis já não conseguia mais aguentar! Louco de tesão ele me levantou, me fez encostar junto à parede e antes que eu mesmo respirasse um pouco, seu pau já estava tentando se enfiar na minha bunda.

O problema é que ele estava sem lubrificante e – por maior que fosse meu tesão em ver aquele corpo lindo fazer aqueles movimentos de ida e volta contra a minha bunda – meu cuzinho virgem jamais se abriria daquele jeito.

Nós estávamos assim quando, repentinamente, apareceu o Professor. Com a maior tranquilidade do mundo, como se nada houvesse acontecendo de anormal, ele parou ao nosso lado, massageando de leve o seu pau sobre a calça do uniforme, e começou a apreciar a espetáculo.

— Então, não vai comer? — perguntou para o Denis, com a mesma naturalidade de antes.

— Está difícil de entrar! — respondeu o Denis com um jeito meio constrangido, mais pela dificuldade de me penetrar, penso eu, do que pelo espetáculo que nós oferecíamos.

— Usa isso aqui! — sugeriu o Professor, enquanto tirava do bolso uma gominha de plástico, como aqueles em que se bebe doce de leite.

O Denis imediatamente estendeu a mão, pegou o troço e logo depois eu sentia um líquido meio frio percorrendo o meu rego e entrando no meu cu, com a ajuda de um dos seus dedos.

Pouco depois, a benga do meu colega voltou a forçar a entradinha do meu cu e desta vez entrou sem muita dificuldade. É claro que doeu pra burro, especialmente nos primeiros “passeios” daquele pauzão no meu cu. Era um vaivém doloroso, mas que no finalzinho de cada estocada dava um prazer indescritível…Tanto que em breve eu já mexia toda minha bunda, de modo a sentir toda aquela trolha nas paredes do meu cu e multiplicar meu prazer, gemendo como uma menininha.

O Professor então, mostrou o que realmente estava acontecendo. Enquanto eu me abaixava cada vez mais, para sentir com mais intensidade a entrada o pauzão de Denis no meu buraco, o Professor levantava sua camisa e encostava o seu peito em minha cara, ao mesmo tempo em que eu abaixava a sua calça.

Foi então que eu via a sua benga, que não ficava nada a dever para a pica do meu enrrabador.

— Chupa viado! — ele ordenou.

E eu chupei, é claro, porque era uma sensação super gostosa chupar uma rola coma aquela, enquanto que o Denis me enrabava com cada vez maior violência.

Enfim, quando eu me voltei para o lado, por ter ouvido uma voz diferente, qual não foi a minha surpresa ao ver quatro dos meus colegas com o calção abaixado até os joelhos, se masturbando sem parar e assistindo ao espetáculo aqueles dois estavam fazendo nos meus buracos.

Notei que, enquanto assistiam ao “showzinho”, eles se bolinavam mutuamente e se beijavam na boca sem a menor vergonha, explicando com esta bandeirosa toda o porquê de tanta cumplicidade com o Professor de Educação Física.

Por fim, não aguentando mais de tanto prazer, com o Denis gostoso enfiando com uma rapidez insana o seu pau no meu cu e toda aquela trolha do Professor saindo e entrando da minha boca, eu comecei a transar loucamente. Já havia gozado algumas vezes, mas nunca daquele modo, com tanto prazer.

Foi então que o “Nando”, aquela da bundinha pra fora, deixou simplesmente de assistir ao espetáculo e – ao se ajoelhar ao meu lado – bebeu toda a porra que sobrara em pinha pica. Neste momento, o “Su”, um loirinho que também estava assistindo, se ajoelhou atrás dele e começou a esfregar o pau no seu rego.

Eu não pude assistir aquela encoxada por muito tempo, pois logo eu senti o Denis gritar alto e – logo depois de tirar o pau do meu cu – espirrar toda a sua porra nas minhas costas e na cara do “Nando”, que depois lambeu todo o restinho que restava em sua trolha.

Enfim, já sentindo com pena o enorme vazio que o Denis deixara em minha bunda, percebi então que o Prof. esfregava loucamente a cabeça do seu pau no céu da minha boca e gemia cada vez mais alto até que, pela primeira vez em minha vida, eu senti o gosto de porra. Foi uma delícia!

Em seguida todos os outros rapazes, fizeram questão de também deixar sua porra em minha boca, com exceção do “Nando” que decidiu distribuí-la entre o Professor e o Denis, que estavam agora ajoelhados diante do seu pau.

Assim eu transei com um homem a primeira vez em minha vida. E também esta a minha primeira orgia. As outras conto mais tarde.

 

 

 

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